A intrigante e sangrenta continuação do best-seller do New York Times, O príncipe cruel. Vencedor do Goodread Choice Awards 2019. Para sobreviver no Reino das Fadas, Jude Duarte precisou aprender muitas lições. A mais importante delas veio de seu padrasto: o poder é bem mais fácil de adquirir do que de manter. Ela achou que, depois de enganar Cardan para que ele jurasse obedecê-la por um ano e um dia, sua vida se tornaria mais fácil. Mas ter qualquer influência sobre o Grande Rei de Elfhame parece uma tarefa impossível, principalmente quando ele faz de tudo em seu poder para humilhá-la e prejudicá-la, mesmo que seu fascínio pela garota humana permaneça intacto. Agora, com as ondas ameaçando engolir a terra e um alerta de traição iminente, Jude precisa lutar para salvar a própria vida e a daqueles que ama, além de lutar contra seus sentimentos conflituosos por Cardan no meio-tempo. Em um mundo imortal, um ano e um dia não são nada...
SOBRE A AUTORA:
CHolly Black cresceu numa velha mansão vitoriana e alimentou a sua imaginação com uma dieta consistente de histórias de fantasmas e contos de fadas. Com mais de 30 livros traduzidos em 32 línguas, Holly Black é uma autora bestseller do New York Times, famosa pelos romances e histórias de fantasia que conquistaram miúdos e graúdos.
A autora escreveu a série As Crónicas de Spiderwick (Ed. Presença, 2010), que teve uma adaptação para cinema, e foi várias vezes nomeada para prémios de literatura fantástica, tendo recebido o prémio Nebula (2005), o Mythopoeic (2014) e uma menção honrosa da Newbery Medal (2014). Atualmente, vive em Nova Inglaterra, nos Estados Unidos, com o marido e os filhos.
A MINHA OPINIÃO:
2º livro de uma saga passada no reino das fadas, em que elas são más como as cobras e desprezam os humanos. Achei que o inicio andou a engonhar, a engonhar mas depois lá ganhou ritmo e valeu a pena pelo final. Fico a aguardar o próximo volume para saber o desfecho desta saga
Bridgerton é uma série de televisão americana de época criada por Chris Van Dusen e produzida por Shonda Rhimes. É baseada na série de livros de mesmo nome escrita por Julia Quinn que acompanha o competitivo mundo da alta sociedade da Regência Britânica. A série foi lançada em 25 de dezembro de 2020 na Netflix.
O drama gira em torno da família Bridgerton, composta por Lady Violet; seus quatro filhos, Anthony, Benedict, Colin e Gregory; e suas quatro filhas, Daphne, Eloise, Francesca e Hyacinth. Também são apresentados os Featheringtons, consistindo em Lady Portia; seu marido, o barão; e suas três filhas, Philippa, Prudence e Penelope
A MINHA OPINIÃO:
Apesar de não ser muito fã de séries e livros românticos, gostei bastante da série como dos livros. Cada livro é dedicado a um dos irmãos da família Bridgerton cujos pais tiveram uma prole numerosa. Nos livros fiquei-me pelo nº 4 porque tenho de confessar, as sagas muito longas cansam-me. São poucas aquelas que tenha terminado mesmo. Mas quem sabe se não resolvo continuar agora, com a série na berra... Fico pois a espera da próxima temporada desta série, que se seguir seguir a ordem dos livros, será com o irmão Anthony.. Ah e para os mais incautos, tem algumas cenas picantes :)
Emily in Paris segue Emily, uma norte-americana de Chicago, na casa dos 20 anos, que se muda para Paris em busca de uma oportunidade de trabalho inesperada. Ela tem a tarefa de apresentar um ponto de vista americano a uma venerável empresa de marketing francesa. As culturas se chocam enquanto ela se ajusta aos desafios da vida em Paris, e com diversos malabarismos em sua carreira, novas amizades e vida amorosa. Manor’, abordará as histórias de fantasmas de Henry James, no livro The Turn of the Screw, de 1898.
A MINHA OPINIÃO:
Uma série que é uma comédia (sem gargalhadas, apenas sorrisos) romântica e jovem, Paris no centro da história, com todo o romantismo que tal implica. E uma nova temporada já está na calha!
Como pode uma criança desaparecer sem deixar rasto?
A noite passada, Daisy Mason de oito anos, desapareceu enquanto decorria uma festa de família. Ninguém viu, ouviu ou percebeu o que quer que fosse, ou pelo menos, é o que todos dizem.
O Inspetor Adam Fowley está a tentar manter o espírito aberto, mas ele sabe que nove em dez vezes, o responsável é alguém que a vítima conhece muito bem.
Alguém está a mentir. E o tempo está a esgotar-se.
SOBRE A AUTORA:
Cara Hunter é uma escritora que vive em Oxford, numa rua não muito diferente das que são descritas nos seus thrillers. Perto de Casa é a estreia de uma série protagonizada pelo detetive Adam Fawley.
A MINHA OPINIÃO:
Gostei bastante deste livro. Uma história com suspense qb, com muitos suspeitos e onde as redes sociais tem um papel importante. Para mim o final foi inesperado e afinal qual dos suspeitos será o criminoso???
Primeiro livro da mais nova série de Holly Black. Conheça a impressionante história de uma garota mortal que se vê presa em uma teia de intrigas reais. Jude tinha 7 anos quando seus pais foram assassinados e foi forçada a viver no Reino das Fadas. Dez anos depois, tudo o que ela quer é ser como eles – lindos e imortais – e realmente pertencer ao Reino das Fadas, apesar de sua mortalidade. Mas muitos do povo das Fadas desprezam os humanos. Especialmente o Príncipe Cardan, o filho mais jovem, mais bonito e mais cruel do Grande Rei. Para ganhar um lugar na Alta Corte, ela deve desafiá-lo... e enfrentar as consequências. Envolvida em intrigas e traições do palácio, Jude descobre sua própria capacidade para truques e derramamento de sangue. Mas, com a ameaça de uma guerra civil e o Reino das Fadas por um fio, Jude precisará arriscar sua vida em uma perigosa aliança para salvar suas irmãs, e o próprio Reino. Com personagens únicos, reviravoltas inesperadas, e uma traição de tirar o fôlego, este livro vai deixar o leitor pedindo bis – querendo mergulhar de cabeça na continuação deste universo.
SOBRE A AUTORA:
Holly Black cresceu numa velha mansão vitoriana e alimentou a sua imaginação com uma dieta consistente de histórias de fantasmas e contos de fadas. Com mais de 30 livros traduzidos em 32 línguas, Holly Black é uma autora bestseller do New York Times, famosa pelos romances e histórias de fantasia que conquistaram miúdos e graúdos.
A autora escreveu a série As Crónicas de Spiderwick (Ed. Presença, 2010), que teve uma adaptação para cinema, e foi várias vezes nomeada para prémios de literatura fantástica, tendo recebido o prémio Nebula (2005), o Mythopoeic (2014) e uma menção honrosa da Newbery Medal (2014). Atualmente, vive em Nova Inglaterra, nos Estados Unidos, com o marido e os filhos.
A MINHA OPINIÃO:
Gostei bastante deste livro. Obviamente que é um livro YA, com tudo o que isso implica mas admiro bastante uma escritora que constrói um mundo novo e diferente, como todos os pormenores possíveis. Um mundo onde as fadas são cruéis e os humanos são inferiores a eles. Mas a luta pelo poder e pelo amor é igual a qualquer outro mundo. Recomendo para quem gosta do género.
Em Bone há uma casa. Na casa há uma rapariga. Na rapariga há uma escuridão.
Margo não é como as outras raparigas. Ela vive em Bone, um bairro abandonado, numa casa decrépita, com a sua mãe negligente que não lhe fala há dois anos. Os dias passam e ela sente-se invisível. O seu mundo vira do avesso quando conhece o vizinho Judah Grant, preso a uma cadeira de rodas, que a ajuda a dar mais sentido à sua vida.
Um dia, a tragédia abate-se sobre a pequena comunidade quando uma rapariga de sete anos desaparece. Judah vai tentar ajudar Margo a descobrir o que aconteceu à menina, mas a revelação da verdade irá despertar uma escuridão no seu interior.
Agora Margo está determinada em descobrir molestadores de crianças, e em puni-los, um por um. Mas caçar o mal é perigoso e a jovem arrisca-se a perder tudo, incluindo a sua alma…
SOBRE A AUTORA:
Taryn Fisher nasceu e cresceu em Joanesburgo, África do Sul. Aos 13 anos, emigrou com os seus pais para a América e passou os dezoito anos seguintes no sul da Florida, onde se formou em Psicologia, escreveu o seu primeiro romance e teve dois filhos. Em 2012, num impulso, mudou-se com a família para Seattle, Washington. Tarryn é a fundadora de Guise of the Villain, um blogue de moda, e já publicou dez romances.
A MINHA OPINIÃO:
Um livro estranho mas do qual eu gostei. Confesso que fiquei na duvida acerca do que afinal era real ou não. No fundo, todos nós temos as nossas loucuras e todos nós gostarias de fazer justiça pelas nossas mãos. Por alguma razão, somos (supostamente...) animais racionais. E mais não digo...
Para May Smith, embarcar no Titanic marca o início de uma viagem incrível, destinada a levá-la, juntamente com o marido Joe e a bebé Ellen, das ruas pobres de Bolton para a terra da oportunidade: a América.
Mas quando o ‘inafundável’ Titanic choca com um icebergue, os sonhos de May são completamente desfeitos.
Enquanto o transatlântico se afunda, ao saltar para o mar, no último instante, May solta a mão de Joe e vê a sua família ser arrastada. Em pânico, é puxada para dentro de um barco salva-vidas e fica sob a proteção duma passageira de primeira classe, Celeste Parkes. Minutos depois, o próprio Capitão Smith nada até ao salva-vidas e entrega a May um bebé que ela acredita ser Ellen.
Celeste faz todos os possíveis para manter as duas a salvo enquanto, horrorizadas, assistem aos últimos estertores de morte do poderoso navio, May contemplando um futuro sombrio enquanto viúva, Celeste desejando que o rufia do seu marido tivesse estado a bordo.
Quando a alvorada chega e as duas mulheres são resgatadas, uma amizade é forjada, uma amizade destinada a transcender as suas diferenças sociais e durar uma vida inteira. É então que May faz uma terrível descoberta e, numa fração de segundo, toma uma decisão que irá mudar as vidas de muitos.
Das avenidas de Nova Iorque às ruas calcetadas de Lichfield, passando pelas colinas onduladas da Toscânia, A Filha do Capitão abrange três gerações e dois continentes, para trazer à vida uma história tão épica como devastadora.
SOBRE A AUTORA:
Leah Fleming nasceu em Lancashire, é casada e tem 3 filhos e 1 filha. Ela escreve numa quinta antiga em Yorkshire Dales e planta e cuida de oliveiras em Crete.
A MINHA OPINIÃO:
Um livro muito agradável de se ler, que relata a amizade improvável de 2 sobreviventes da tragédia do Titanic, bem como os segredos que cada uma esconde. Gostei da escrita e dos capítulos pequenos, sendo que o que me fez levar tanto tempo a ler foi a quantidade de paginas que ele tem (quase 600...)